
MODERAÇÃO DEBATE: A NOVA PEOPLE FORCE: TRABALHO PARA TODOS, TODOS, TODOS
As organizações centradas nas pessoas são aquelas que alargam o acesso ao talento e redesenham trabalho, liderança e cultura para diferentes perfis humanos. Isto é, uma People Force não existe se parte de as pessoas continuar fora do mercado de trabalho. No novo paradigma do trabalho, enfrenta-se um paradoxo: escassez de talento e abundância de potencial humano por integrar. Entre esses talentos estão milhares de pessoas com deficiência e perfis não elegíveis, por idadismo, sobretudo em idades mais velhas. Se por um lado as empresas procuram talento num mercado cada vez mais competitivo, por outro ainda existem barreiras que limitam a participação de muitos profissionais.
O futuro das organizações passa por uma Human Experience, em que a experiência humana deverá ser verdadeiramente plural. O trabalho para todos, todos, todos vai para além de uma questão social, é uma estratégia de inovação e sustentabilidade, de ecossistemas diversos, capazes de criar ambientes com diferentes experiências de vida, idade, percurso, capacidade física ou cognitiva.Estarão as empresas preparadas para integrar toda a diversidade humana? Que mudanças são necessárias nas práticas de liderança? Como pode essa diversidade tornar as empresas mais adaptáveis, criativas e preparadas para o futuro? Num momento em que a longevidade profissional aumenta e o talento assume múltiplas formas, o desafio para as organizações é claro: ter 65 anos não significa o fim da vida ativa. Como podem as empresas reajustar-se para um novo perfil de colaborador? Por onde começa a mudança de status quo? Neste debate, iremos procurar entender como as organizações podem evoluir de uma lógica de gestão de Recursos Humanos para uma verdadeira People Force, onde diferentes experiências, capacidades e gerações coexistem e se complementam.
EN// People-centered organizations are those that broaden access to talent and redesign work, leadership, and culture to accommodate different human profiles. In other words, a People Force cannot truly exist if some people remain excluded from the labor market.
In the new paradigm of work, we face a paradox: a shortage of talent alongside an abundance of untapped human potential. Among this potential are thousands of people with disabilities and professionals whose profiles are often overlooked due to ageism, particularly at older ages. While companies search for talent in an increasingly competitive market, barriers still persist that limit the participation of many professionals.
The future of organizations lies in creating a true Human Experience, where the human dimension is genuinely plural. Work for everyone—everyone, everyone—goes beyond a social issue; it is a strategy for innovation and sustainability, fostering diverse ecosystems capable of creating environments enriched by different life experiences, ages, career paths, and physical or cognitive abilities.
Are companies prepared to integrate the full diversity of human potential? What changes are needed in leadership practices? How can this diversity make organizations more adaptable, creative, and better prepared for the future?
At a time when professional longevity is increasing and talent takes many forms, the challenge for organizations is clear: being 65 years old should not mean the end of an active professional life. How can companies readjust to a new employee profile? Where does the shift from the status quo begin?
In this debate, we will seek to understand how organizations can evolve from a traditional Human Resources management approach to a true People Force, where different experiences, abilities, and generations coexist and complement one another.
BIOGRAFIA
Licenciada em Comunicação Social e jornalismo pelo ISCSP e pós-graduada em Comunicação e Marketing. Trabalhou em Public Affairs na indústria farmacêutica e como freelancer na escrita de conteúdos.
Apaixonada por África, viveu na Ilha do Ibo, nas Quirimbas (Moçambique) e dedicou-se à escrita de biografias e histórias de vida. Tem uma pós-graduação em Psicologia do Envelhecimento pelo ISPA e está a tirar uma formação em Teatro.
A escrita é uma forma de se expressar, um trabalho e uma necessidade. Na Líder é editora de conteúdos onde desbrava caminhos entre a informação e a descoberta de novos rostos, vozes e significados para a palavra liderança.
EN// Holds a degree in Social Communication and Journalism from ISCSP and a postgraduate qualification in Communication and Marketing. She worked in Public Affairs in the pharmaceutical industry and as a freelance content writer.
Passionate about Africa, she lived on Ibo Island in the Quirimbas (Mozambique), where she dedicated herself to writing biographies and life stories. She holds a postgraduate qualification in Psychology of Aging from ISPA and is currently taking a course in Theatre.
Writing is a way of expressing herself, a profession, and a necessity. At Líder, she works as a Content Editor, exploring the space between information and the discovery of new faces, voices, and meanings for the word leadership.
























