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A Leading People – International HR Conference volta a realizar-se no Centro Cultural de Cascais sob o tema: “HUMAN EXPERIENCE – From Workforce to People Force”.
Assista a talks, entrevistas e debates com oradores de relevo nacional e internacional.
21 maio 2026
Centro Cultural de Cascais
26 maio LÍDER TV
lidertv.pt, #560 NOS
08H45
CHECK-IN
WELCOME COFFEE
HOST

Catarina Marques Rodrigues
Jornalista, RTP e Autora do Programa “Dona da Casa”, Antena 3
09H20
TALK

Mariana Castro Almeida
Head of Diversity, Equity & Inclusion, Nova SBE
09H40
DEBATE
A NOVA PEOPLE FORCE: TRABALHO PARA TODOS, TODOS, TODOS
As organizações centradas nas pessoas são aquelas que alargam o acesso ao talento e redesenham trabalho, liderança e cultura para diferentes perfis humanos…
As organizações centradas nas pessoas são aquelas que alargam o acesso ao talento e redesenham trabalho, liderança e cultura para diferentes perfis humanos. Isto é, uma People Force não existe se parte de as pessoas continuar fora do mercado de trabalho. No novo paradigma do trabalho, enfrenta-se um paradoxo: escassez de talento e abundância de potencial humano por integrar. Entre esses talentos estão milhares de pessoas com deficiência e perfis não elegíveis, por idadismo, sobretudo em idades mais velhas. Se por um lado as empresas procuram talento num mercado cada vez mais competitivo, por outro ainda existem barreiras que limitam a participação de muitos profissionais.
O futuro das organizações passa por uma Human Experience, em que a experiência humana deverá ser verdadeiramente plural. O trabalho para todos, todos, todos vai para além de uma questão social, é uma estratégia de inovação e sustentabilidade, de ecossistemas diversos, capazes de criar ambientes com diferentes experiências de vida, idade, percurso, capacidade física ou cognitiva.
Estarão as empresas preparadas para integrar toda a diversidade humana? Que mudanças são necessárias nas práticas de liderança? Como pode essa diversidade tornar as empresas mais adaptáveis, criativas e preparadas para o futuro? Num momento em que a longevidade profissional aumenta e o talento assume múltiplas formas, o desafio para as organizações é claro: ter 65 anos não significa o fim da vida ativa. Como podem as empresas reajustar-se para um novo perfil de colaborador? Por onde começa a mudança de status quo?
Neste debate, iremos procurar entender como as organizações podem evoluir de uma lógica de gestão de Recursos Humanos para uma verdadeira People Force, onde diferentes experiências, capacidades e gerações coexistem e se complementam.
Debate com Tiago Fortuna, Co-founder & Co-CEO, Access Lab, Mónica Chaves, Founder e CEO, Brandkey e Consultora, Idade Maior e Filipa Gamanho Esteves, HR Country Senior Director & Executive Committee Member, Capgemini. Moderação por Rita Rugeroni Saldanha, Diretora de Conteúdos, Revista Líder.
EN//
People-centered organizations are those that broaden access to talent and redesign work, leadership, and culture to accommodate diverse human profiles. In other words, a “People Force” cannot exist if people continue to be excluded from the labor market. In the new work paradigm, we face a paradox: a shortage of talent and an abundance of untapped human potential. Among these talents are thousands of people with disabilities and those deemed ineligible due to ageism, particularly older adults. While companies seek talent in an increasingly competitive market, barriers still exist that limit the participation of many professionals.
The future of organizations lies in a Human Experience, where the human experience must be truly diverse. Work for everyone—everyone, everyone—goes beyond a social issue; it is a strategy for innovation and sustainability, for diverse ecosystems capable of creating environments that embrace different life experiences, ages, backgrounds, and physical or cognitive abilities.
Are companies prepared to embrace all forms of human diversity? What changes are needed in leadership practices? How can this diversity make companies more adaptable, creative, and prepared for the future? At a time when professional longevity is increasing and talent takes many forms, the challenge for organizations is clear: turning 65 does not mean the end of one’s working life. How can companies adapt to a new employee profile? Where does the shift away from the status quo begin?
In this discussion, we will explore how organizations can transition from a traditional Human Resources management approach to a true “People Force,” where diverse experiences, skills, and generations coexist and complement one another.
Panel discussion with Tiago Fortuna, Co-founder & Co-CEO, Access Lab; Mónica Chaves, Founder and CEO, Brandkey, and Consultant, Idade Maior; and Filipa Gamanho Esteves, HR Country Senior Director & Executive Committee Member, Capgemini. Moderated by Rita Rugeroni Saldanha, Content Director, Líder Magazine.

Joana Queiroz Ribeiro
Pessoas e Organização, Fidelidade

Mónica Chaves
Founder e CEO, Brandkey e
Consultora, Idade Maior

Tiago Fortuna
Co-founder & Co-CEO, Access Lab

Filipa Gamanho Esteves
HR Country Senior Director
& Executive Committee
Member, Capgemini

Moderado por:
Rita Rugeroni Saldanha
Diretora de Conteúdos, Revista Líde
10H15
FLASH TALK
FLASH TALK A TECNOLOGIA É UMA FORÇA OU UMA LIMITAÇÃO?
A pergunta que dá título a esta apresentação não é retórica. É a pergunta que qualquer líder devia fazer antes de adotar uma nova ferramenta, antes de prometer à sua equipa que “isto vai mudar tudo.”…
A pergunta que dá título a esta apresentação não é retórica. É a pergunta que qualquer líder devia fazer antes de adotar uma nova ferramenta, antes de prometer à sua equipa que “isto vai mudar tudo.”
A pressão para modernizar é real. Mas também é real o risco de modernizar mal. As organizações que falham na integração tecnológica não falham por falta de ambição, falham porque subestimam os entraves que nenhum software resolve sozinho: a resistência das equipas que não foram preparadas para a mudança; os processos que vivem em emails e folhas de cálculo há anos; a tecnologia adotada sem propósito, que gera dados que ninguém lê e automatiza tarefas sem libertar ninguém para pensar.
Neste cenário, a tecnologia não é uma força. É complexidade disfarçada de solução.
Em Portugal, este desafio é ainda mais agudo. Líderes que gerem o negócio e as pessoas em simultâneo, sem estrutura nem tempo para implementações que falham a meio. Responsáveis com visão estratégica que perdem metade do dia em operacional.
EN//
The question that serves as the title of this presentation is not a rhetorical one. It is the question every leader should ask before adopting a new tool, before promising their team that “this will change everything.”
The pressure to modernize is real. But the risk of modernizing poorly is also real. Organizations that fail at technology integration do not fail due to a lack of ambition; they fail because they underestimate the obstacles that no software can solve on its own: the resistance of teams that were not prepared for change; the processes that have lived in emails and spreadsheets for years; the technology adopted without purpose, which generates data that no one reads and automates tasks without freeing anyone up to think.
In this scenario, technology is not a force. It is complexity disguised as a solution.
In Portugal, this challenge is even more acute. Leaders who manage both the business and people simultaneously, without the structure or time for implementations that fail halfway through. Leaders with strategic vision who spend half their day on operational tasks.

André Pombinho
Entreprise Account Executive, Factorial
10H25
ENTREVISTA
O PODER DOS 50+ OU A REFORMA PODE ESPERAR
Portugal é um dos países a envelhecer mais rápido na Europa. Em 2023 existiam 188 idosos por cada 100 jovens, o que significa praticamente o dobro de pessoas com mais de 65 anos do que crianças e metade da população tem mais de 47 anos…
Portugal é um dos países a envelhecer mais rápido na Europa. Em 2023 existiam 188 idosos por cada 100 jovens, o que significa praticamente o dobro de pessoas com mais de 65 anos do que crianças e metade da população tem mais de 47 anos. Atualmente cerca de 21% dos trabalhadores portugueses estão entre os 55 e os 64 anos, sugerindo uma grande saída de talento experiente do mercado de trabalho num futuro próximo. O alerta é evidente: Portugal está a envelhecer e as empresas precisam urgentemente de talento sénior. Nesta conversa sem tabus vamos abordar como tantos processos de recrutamento continuam a privilegiar perfis mais jovens, ignorando uma geração altamente qualificada, experiente e disponível para continuar a trabalhar. Estarão as empresas preparadas para redefinir o conceito de talento? Conseguimos olhar para carreiras de 50+ como uma oportunidade estratégica, ou continuamos a tratá-las como uma exceção? Num mercado onde a escassez de talento é cada vez mais evidente, colocamos a pergunta: quantas oportunidades estão as empresas a perder pelo fenómeno do idadismo?
Entrevista com Elsa Vila Lobos, People & Culture Director, Job&Talent. Entrevista por Catarina Marques Rodrigues, Jornalista, RTP e Autora do Programa “Dona da Casa”, Antena 3
EN//
Portugal is one of the fastest-aging countries in Europe. In 2023, there were 188 older adults for every 100 young people, meaning there are nearly twice as many people over 65 as there are children, and half the population is over 47 years old. Currently, about 21% of Portuguese workers are between the ages of 55 and 64, suggesting a significant exodus of experienced talent from the labor market in the near future. The warning is clear: Portugal is aging, and companies urgently need senior talent. In this no-holds-barred conversation, we’ll address how so many recruitment processes continue to favor younger candidates, ignoring a generation that is highly qualified, experienced, and ready to keep working. Are companies prepared to redefine the concept of talent? Can we view careers for those 50+ as a strategic opportunity, or do we continue to treat them as an exception? In a market where the talent shortage is increasingly evident, we ask: how many opportunities are companies missing out on due to ageism?
Interview with Elsa Vila Lobos, People & Culture Director at Job&Talent. Interviewed by Catarina Marques Rodrigues, Journalist at RTP and Host of the “Dona da Casa” program on Antena 3

Elsa Vila Lobos
People & Culture Director, Job&Talent

Entrevista por:
Catarina Marques Rodrigues
Jornalista, RTP e Autora do
Programa “Dona da Casa”, Antena 3
10h45 – 11h20
COFFEE BREAK
11H20
TALK
Num tempo em que a Inteligência Artificial acelera processos, automatiza tarefas e redefine competências, emerge uma pergunta essencial: o que torna um ser humano verdadeiramente relevante?…
Num tempo em que a Inteligência Artificial acelera processos, automatiza tarefas e redefine competências, emerge uma pergunta essencial: o que torna um ser humano verdadeiramente relevante?
Nesta talk Rita Sambado propõe um regresso ao centro: à soberania pessoal que advém de sabermos quem somos, o que temos e o que damos. Porque, num mundo de tecnologia crescente, a diferenciação humana não estará mais no que fazemos, mas sim em quem somos: na clareza interna, na auto-liderança e na convicção com que nos movemos.
EN//
At a time when Artificial Intelligence accelerates processes, automates tasks and redefines skills, an essential question emerges: what makes a human being truly relevant?
In this talk, Rita Sambado proposes a return to the center: to the personal sovereignty that comes from knowing who we are, what we have and what we give. Because, in a world of growing technology, human differentiation will no longer lie in what we do, but rather in who we are: in inner clarity, in self-leadership and in the conviction with which we move.

Rita Sambado
Autora, Mentora e CEO, The School of Being
11H45
DEBATE
A GESTÃO DE PESSOAS NA ERA DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL – DO LEGADO AO FUTURO
A Inteligência Artificial não é um tema de futuro, hoje a pressão é imensa para adotar novas ferramentas, para uma transformação cultural e ter impacto nas pessoas…
A Inteligência Artificial não é um tema de futuro, hoje a pressão é imensa para adotar novas ferramentas, para uma transformação cultural e ter impacto nas pessoas. Para os líderes de Recursos Humanos, e das organizações, o desafio nunca foi tão exigente. Como integrar a tecnologia sem criar formas de exclusão, stress ou distração nas equipas? Como preservar culturas organizacionais fortes enquanto se acelera a transformação digital?
Num momento em que a tecnologia promete eficiência, escala e velocidade, cabe aos líderes de pessoas garantir que o progresso não acontece à custa das pessoas. Entre algoritmos e empatia, automação e confiança, o foco está em redefinir o papel dos RH como ‘arquitetos de organizações’ onde tecnologia e humanidade coexistem. Num mundo cada vez mais digital, uma pergunta torna-se inevitável: estamos a usar a tecnologia para libertar o potencial humano, ou a pedir às pessoas que se adaptem ao ritmo das máquinas?
Debate com Alexandra Reis, Senior Counsel PT, Tabaqueira II, José Germano de Sousa, Co-CEO Grupo Germano de Sousa, e Presidente, Associação das Empresas Familiares. Moderado por: Catarina Marques Rodrigues, Jornalista na RTP e Autora do Programa “Dona da Casa” na Antena 3.
EN//
Artificial Intelligence is not a topic for the future; today, there is immense pressure to adopt new tools, drive cultural transformation, and make a real impact on people. For Human Resources leaders and organizational leaders, the challenge has never been more demanding. How can we integrate technology without creating exclusion, stress, or distraction among teams? How can we preserve strong organizational cultures while accelerating digital transformation?
At a time when technology promises efficiency, scale, and speed, it is up to people leaders to ensure that progress does not come at the expense of people. Between algorithms and empathy, automation and trust, the focus is on redefining the role of HR as “architects of organizations” where technology and humanity coexist. In an increasingly digital world, one question becomes inevitable: are we using technology to unlock human potential, or are we asking people to adapt to the pace of machines?
Panel discussion with Alexandra Reis, Senior Counsel at PT, Tabaqueira II; José Germano de Sousa, Co-CEO of the Germano de Sousa Group and President of the Association of Family Businesses. Moderated by: Catarina Marques Rodrigues, Journalist at RTP and Host of the program “Dona da Casa” on Antena 3.

Alexandra Reis
Senior Counsel PT, Tabaqueira II

José Germano de Sousa
Co-CEO, Grupo Germano de Sousa
e Presidente, Associação das Empresas
Familiares

Moderado por:
Catarina Marques Rodrigues
Jornalista, RTP e Autora do Programa
“Dona da Casa”, Antena 3
12H15
ENTREVISTA

Jos Duchamps
Managing Director, Procos Group

Entrevista por:
Rita Rugeroni Saldanha
Diretora de Conteúdos, Revista Líder
12H30
FLASH TALK
12H45
TALK
13H10 – 15H00
ALMOÇO
BOAS-VINDAS

Filipe Vaz
Diretor-Geral, Tema Central

Nuno Piteira Lopes
Presidente, Câmara Municipal de Cascais
14H00
TALK

Adolfo Mesquita Nunes
Sócio e Country co-Chair, Pérez-Llorca
Porquê a Leadership Summit Portugal?
Porque partilha conhecimento relevante sobre liderança, tendo por base várias perspetivas sobre temas relevantes e atuais para o desenvolvimento da sociedade.
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Oradores
No palco da Leadership Summit Portugal pode ver oradores nacionais e internacionais que vão apresentar e discutir temas de interesse relevante para os atuais e futuros líderes.























